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PARALISIA FACIAL

Como nas páginas anteriores, não faremos aqui um compêndio sobre a Paralisia Facial mas sim, alguns tópicos de referência que ajudarão em algumas pesquisas. Você encontrará o assunto completo na bibliografia que segue no fim da página. Se você conhecer algum livro ou link, ou mesmo assunto, não se acanhe e mande para mim que eu publico aqui.

CONCEITO DE PARALISIA FACIAL.

O paciente é acometido por Paralisia Facial quando, por algum motivo, ele tem o nervo facial lesionado ou então quando a lesão acomete estruturas situadas hierarquicamente acima do núcleo do nervo facial, mas, que de certa forma, enviam seus estímulos para esse nervo. Se as estruturas lesionadas estão acima do núcleo do nervo facial teremos então uma lesão no córtex cerebral (ocorre em acidentes vasculares por exemplo) e a paralisia facial é classificada como Central (instala-se um quadro de espasticidade). Se a lesão ocorrer do núcleo do nervo facial em direção à periferia a PF será considerada Periférica (várias causas: cirurgias que lesionam o nervo; frígore; por bactérias, etc). Em vista do tipo de paralisia que se instalou nós teremos quadros clínicos diferentes. Para um perfeito tratamento fisioterápico é necessário que saibamos diferenciar os dois tipos de paralisias. Tenha uma pequena noção dessa diferença com os testes a seguir: Sintomatologia Comum na Paralisia Facial Central e Periférica Testes Que Comprovam se o Quadrante Superior Está Paralisado TIPOS DE PARALISIAS FACIAIS: Diferença neuroanatomofisiológica. Em resumo: Na PFC: O quadrante inferior contra-lateral à lesão cortical está paralisado (o quadrante supeior é poupado devido à dupla inervação dos hemisférios). Na PFP: o dimídio todo é acometido (o nervo é lesado na sua porção periférica, onde já não recebe mais estímulos do outro hemisfério do córtex cerebral).